CARTA DENÚNCIA: Demolição arbitrária da Igreja de São José e violação de direitos em Piquiá de Baixo

Piquiá, 06 de fevereiro de 2026 Na manhã do dia 03 de fevereiro de 2026, ocorreu em Piquiá de Baixo mais um episódio de extrema gravidade institucional, revelador de ilegalidades administrativas, violação de direitos fundamentais e grave déficit de condução...

Igreja histórica e casas de Piquiá de Baixo são demolidas sem notificação em Açailândia (MA)

Demolição em área de conflito ambiental levanta suspeitas de ilegalidade; Justiça nos Trilhos (JnT) aciona MP e Defensoria. O que restou da Igreja de São José. A demolição do prédio histórico reacende o debate sobre memória, território e garantia de direitos. Foto:...

Mesmo em fase de licenciamento, projeto Grão-Pará Maranhão já gera impactos em comunidades, aponta dossiê da Justiça Global

Relatório reúne dois anos de investigação e indica ausência de consulta prévia, riscos socioambientais e fragilidades institucionais no avanço do empreendimento O projeto porto-ferroviário Grão-Pará Maranhão (GPM), ainda em fase de licenciamento ambiental, já gera...

Notícias

Tio Julio presente: Nota de homenagem, memória e luta

Tio Julio presente: Nota de homenagem, memória e luta

A Justiça nos Trilhos (JnT) recebe com profunda dor e indignação a notícia do falecimento de José de Sousa Barroso, o Tio Julio, ocorrido em 15 de janeiro de 2026 Tio Julio. Foto da série Insustentáveis, da Sumaúma, da reportagem: Vale se apossa de 24 mil hectares de...

A Amazônia julga: Tribunal Popular desafia silêncio da COP 30 e expõe crimes socioambientais

A Amazônia julga: Tribunal Popular desafia silêncio da COP 30 e expõe crimes socioambientais

Enquanto a COP 30 projeta o Brasil no centro das negociações climáticas globais, Belém testemunha um segundo palco de debate, menos protocolar, mais urgente e profundamente enraizado no território. Durante a Cúpula dos Povos, o Tribunal Popular em Defesa da Amazônia realizou uma sessão que expôs a face invisível da crise climática: as violações sofridas por comunidades tradicionais onde grandes projetos de mineração avançam com velocidade e quase nenhuma fiscalização.

Justiça nos Trilhos (JnT) se une à FIDH nos debates sobre transição energética justa e direitos humanos na COP 30

Justiça nos Trilhos (JnT) se une à FIDH nos debates sobre transição energética justa e direitos humanos na COP 30

As negociações sobre a chamada “transição energética justa” ganharam protagonismo na COP 30, realizada em Belém, nesta terça (11). O lançamento do novo relatório da Federação Internacional de Direitos Humanos (FIDH) reacendeu o debate sobre o papel das comunidades tradicionais e defensores ambientais diante das contradições entre os discursos de sustentabilidade e as práticas que seguem reproduzindo violações. A coordenadora política da Justiça nos Trilhos (JnT), Larissa Santos, participou da mesa de debates ao lado de Lúcia Ortiz, consultora em advocacy climática e comunicação da FIDH, e Hugo Gabbero, diretor do Programa de Proteção para Pessoas Defensoras de Direitos Humanos da FIDH, reforçando que a justiça climática não será possível enquanto as vozes dos povos diretamente impactados continuarem sendo marginalizadas nos espaços de decisão.

Denúncias

Publicações

[Revista] Seminário Internacional Direitos Humanos e Empresas

[Revista] Seminário Internacional Direitos Humanos e Empresas

Lançada em versão trilíngue – português, espanhol e inglês – a revista ficará disponível para download gratuito nos sites do seminário e da Justiça nos Trilhos Será lançada hoje (25/06) a revista online do Seminário Internacional sobre Direitos Humanos e Empresas –...

Carta Política – Intercâmbio de Juventudes Brasil e Moçambique

Carta Política – Intercâmbio de Juventudes Brasil e Moçambique

"Nós, jovens de Brasil e Moçambique, somos conectadas/os pelas veias do oceano Atlântico, pelas nossas naturezas e culturas que se cruzam na ancestralidade" Entre os dias 15 e 16 de maio, cerca de 30 jovens do Brasil e Moçambique impactadas/os pela mineração da Vale,...

Reconhecida com o Prêmio Gwynne Skinner de Direitos Humanos em 2025 e com o Prêmio Direitos Humanos e Empresas em 2018, a Justiça nos Trilhos (JnT) atua, desde 2007, no fortalecimento de comunidades do Corredor Carajás, denunciando violações dos direitos humanos e da natureza.

Todos os conteúdos do site www.justicanostrilhos.org são sob licenciamento Creative Commons. Os conteúdos podem ser baixados e compartilhados desde que atribuam o crédito sem alterá-los de nenhuma forma ou utilizá-los para fins comerciais.