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Documentos da história da Companhia Vale do Rio Doce foram destruídos
Os principais documentos da história da antiga Companhia Vale do Rio Doce, de 1942, quando a estatal foi fundada, até outubro do ano passado, foram destruídos. O enorme material pegou fogo num galpão em Contagem, na área metropolitana de Belo Horizonte. O galpão era...
Seminário Carajás 30 anos – São Luís – MA
Página inicial > Audiovisual > Galeria de Fotos > Seminário Carajás 30 anos - São Luís - MA terça-feira 13 de maio de 2014
Quilombolas ocupam EFC há dois dias e iniciam greve de fome
Desde a última terça-feira (23), trabalhadores rurais de mais 35 comunidades quilombolas do Maranhão ocupam a Estrada de Ferro Carajás (EFC). A manifestação acontece no município de Itapecuru-MA, quilômetro 81 e cobra por medidas do governo federal para titulação dos...
Outras opiniões
Por que os quilombolas resistem à Vale? segunda-feira 7 de abril de 2014 Por Sislene Costa Desde que a empresa Vale recebeu a licença de instalação do IBAMA, em novembro de 2012, para iniciar a duplicação da ferrovia Carajás em Pará e Maranhão, e entrou nos...
Cine Praia Grande exibe o documentário “A Peleja do Povo contra o Dragão de Ferro”
Página inicial > Destaque > Cine Praia Grande exibe o documentário “A Peleja do Povo (...) Na última sexta-feira (12) o documentário A Peleja do Povo contra o dragão de ferro foi exibido no Cine Praia Grande, às 20h. O evento contou com a presença do diretor do...
Declaração Final do 2° Encontro Latino-americano sobre Igrejas e Mineração
Confira a Declaração Final do 2° Encontro Latino-americano sobre Igrejas e Mineraçãoo erealizado em Brasília nos dias 2 a 5 de dezembro de 2014. O encontro faz parte de um processo de articulação anterior, com pretensão de continuidade e de novas alianças. Veja também...
Pedrinhas – MA
1. Conflitos Pedrinhas é um bairro localizado na área urbana de São Luís (MA). Possui 18.000 habitantes. Grande parte das famílias sobrevive com trabalhos esporádicos. Algumas trabalham nas empresas instaladas nas proximidades, como Alumar, Brahma, entre outras....
Duplicação da EFC causa alagamentos e moradores ocupam os trilhos
Desde o ano de 2011, por conta da duplicação da Estrada de Ferro Carajás, a Vale vem ampliando o aterro que ficou mais próximo das residências de famílias moradoras do bairro Km 07, em Marabá. Com estes serviços a empresa aterrou parte de uma grota e desviou seu...
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Publicações recentes
Moradores protestam pela demora no processo de reassentamento
Um bairro inteiro da cidade de Açailândia (MA) vive de maneira degradante há três décadas por...
[Livro] Diferentes Formas de Dizer Não – Experiências Internacionais de resistência, restrição e proteção no extrativismo mineral
Publicação lançada pela FASE, em parceria com o Núcleo de Estudos e Pesquisas Socioambientais (NESSA/UFF) e com o Grupo de Pesquisa Política, Economia, Mineração, Ambiente e Sociedade (PoEMAS/UFJF) retrata impactos da extração de recursos minerais em distintos países: Argentina, Peru, Costa Rica, Estados Unidos, Filipinas e Equador.
[Estudo] Mineração em Terras Indígenas na Amazônia Brasileira 2013
O ISA – Instituto Socioambiental vem monitorando a incidência dos interesses sobre as Terras...
[Evento] Poesia, memória e resistência: olhares sobre os impactos diferenciados dos grandes projetos sobre a vida das mulheres
Entre os dias 31 de agosto e 02 de setembro de 2017 ocorreu em Imperatriz (MA), o primeiro encontro de mulheres impactadas por grandes empreendimentos. “Poesia, memória e resistência: olhares sobre os impactos diferenciados dos grandes projetos sobre a vida das mulheres”.
Qual será o legado da mineração para a juventude? – Justiça nos Trilhos
Escorrega pelos dedos o tempo de divergir. Provamos a dor, a insegurança, e a inaceitável fraqueza...
Mulheres e mineração: vidas cortadas pela ferrovia
Mulheres quarta-feira, 2 de agosto de 2017 ‘Mulheres e mineração: vidas cortadas pela ferrovia’ é...
Reconhecida com o Prêmio Gwynne Skinner de Direitos Humanos em 2025 e com o Prêmio Direitos Humanos e Empresas em 2018, a Justiça nos Trilhos (JnT) atua, desde 2007, no fortalecimento de comunidades do Corredor Carajás, denunciando violações dos direitos humanos e da natureza.
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