Justiça condena articulador do assassinato do ambientalista Raimundo dos Santos Rodrigues

Decisão histórica rompe uma década de impunidade no Maranhão, mas violência contra quem protege territórios e florestas continua fazendo vítimas no país Após 11 anos de espera, o Tribunal do Júri condenou, nesta terça-feira (28), a 35 anos de prisão o articulador do...

Ressurreição a partir de baixo: A fé pascal em meio às lutas contra a mineração na Amazônia brasileira

P. Dàrio Bossi, rede Iglesias y Minerìa A Semana Santa, que se inicia com o Domingo de Ramos, é a expressão mais profunda do amadurecimento da fé e da vocação de Jesus. Na primeira etapa de sua missão na Galileia, Jesus estava convencido de que o Reino de Deus estava...

MOÇÃO DE APOIO à luta pela criação da Reserva Extrativista Tauá-Mirim na Zona Rural de São Luís (MA)

Presidente Lula, decrete a Reserva Extrativista Tauá-Mirim na zona rural de São Luís, Maranhão! Os(As) delegados(as) da APRUMA – Seção Sindical do ANDES, presentes no 44º CONGRESSO do ANDES-SINDICATO NACIONAL, realizado em Salvador (BA) , no período de 2 a 6 de março...

Notícias

Justiça nos Trilhos (JnT) se une à FIDH nos debates sobre transição energética justa e direitos humanos na COP 30

Justiça nos Trilhos (JnT) se une à FIDH nos debates sobre transição energética justa e direitos humanos na COP 30

As negociações sobre a chamada “transição energética justa” ganharam protagonismo na COP 30, realizada em Belém, nesta terça (11). O lançamento do novo relatório da Federação Internacional de Direitos Humanos (FIDH) reacendeu o debate sobre o papel das comunidades tradicionais e defensores ambientais diante das contradições entre os discursos de sustentabilidade e as práticas que seguem reproduzindo violações. A coordenadora política da Justiça nos Trilhos (JnT), Larissa Santos, participou da mesa de debates ao lado de Lúcia Ortiz, consultora em advocacy climática e comunicação da FIDH, e Hugo Gabbero, diretor do Programa de Proteção para Pessoas Defensoras de Direitos Humanos da FIDH, reforçando que a justiça climática não será possível enquanto as vozes dos povos diretamente impactados continuarem sendo marginalizadas nos espaços de decisão.

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Reconhecida com o Prêmio Gwynne Skinner de Direitos Humanos em 2025 e com o Prêmio Direitos Humanos e Empresas em 2018, a Justiça nos Trilhos (JnT) atua, desde 2007, no fortalecimento de comunidades do Corredor Carajás, denunciando violações dos direitos humanos e da natureza.

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