Condições degradantes nos trilhos: Disputa pelo direito de maquinistas usarem o banheiro na Estrada de Ferro Carajás chega ao STF

A rotina de condução dos comboios de minério de ferro na Estrada de Ferro Carajás (EFC), que conecta as minas de Carajás, no Pará, ao Porto de Ponta da Madeira, em São Luís (MA), expõe a face mais precarizada da logística da mineração no Brasil. Entre 18 e 20 trens...

“Licença para poluir”: Formações no Maranhão desmistificam o mercado de carbono e o REDD+ para povos tradicionais

O que é território para quem vive e produz no campo e na floresta? Para as comunidades quilombolas e os povos indígenas do Maranhão, território é história de luta e liberdade, roça de mandioca e arroz, peixe no igarapé, respeito ancestral, saúde, educação e vida...

“Negar também é estratégico”: XV ERAM reúne atingidos e atingidas pela mineração para fortalecer a escuta e a resistência no Pará e Maranhão

Entre os dias 16 e 19 de julho de 2026, o Centro Cabanagem, em Marabá (PA), transformou-se no epicentro da articulação comunitária ao sediar o XV Encontro Pará e Maranhão de Atingidos e Atingidas pela Mineração (ERAM). Reunindo cerca de 40 lideranças do campo e da...

Notícias

A Amazônia julga: Tribunal Popular desafia silêncio da COP 30 e expõe crimes socioambientais

A Amazônia julga: Tribunal Popular desafia silêncio da COP 30 e expõe crimes socioambientais

Enquanto a COP 30 projeta o Brasil no centro das negociações climáticas globais, Belém testemunha um segundo palco de debate, menos protocolar, mais urgente e profundamente enraizado no território. Durante a Cúpula dos Povos, o Tribunal Popular em Defesa da Amazônia realizou uma sessão que expôs a face invisível da crise climática: as violações sofridas por comunidades tradicionais onde grandes projetos de mineração avançam com velocidade e quase nenhuma fiscalização.

Justiça nos Trilhos (JnT) se une à FIDH nos debates sobre transição energética justa e direitos humanos na COP 30

Justiça nos Trilhos (JnT) se une à FIDH nos debates sobre transição energética justa e direitos humanos na COP 30

As negociações sobre a chamada “transição energética justa” ganharam protagonismo na COP 30, realizada em Belém, nesta terça (11). O lançamento do novo relatório da Federação Internacional de Direitos Humanos (FIDH) reacendeu o debate sobre o papel das comunidades tradicionais e defensores ambientais diante das contradições entre os discursos de sustentabilidade e as práticas que seguem reproduzindo violações. A coordenadora política da Justiça nos Trilhos (JnT), Larissa Santos, participou da mesa de debates ao lado de Lúcia Ortiz, consultora em advocacy climática e comunicação da FIDH, e Hugo Gabbero, diretor do Programa de Proteção para Pessoas Defensoras de Direitos Humanos da FIDH, reforçando que a justiça climática não será possível enquanto as vozes dos povos diretamente impactados continuarem sendo marginalizadas nos espaços de decisão.

Denúncias

Nenhum resultado encontrado

A página que você solicitou não foi encontrada. Tente refinar sua pesquisa, ou use a navegação acima para localizar a postagem.

Publicações

Carta Política – Intercâmbio de Juventudes Brasil e Moçambique

Carta Política – Intercâmbio de Juventudes Brasil e Moçambique

"Nós, jovens de Brasil e Moçambique, somos conectadas/os pelas veias do oceano Atlântico, pelas nossas naturezas e culturas que se cruzam na ancestralidade" Entre os dias 15 e 16 de maio, cerca de 30 jovens do Brasil e Moçambique impactadas/os pela mineração da Vale,...

Reconhecida com o Prêmio Gwynne Skinner de Direitos Humanos em 2025 e com o Prêmio Direitos Humanos e Empresas em 2018, a Justiça nos Trilhos (JnT) atua, desde 2007, no fortalecimento de comunidades do Corredor Carajás, denunciando violações dos direitos humanos e da natureza.

Todos os conteúdos do site www.justicanostrilhos.org são sob licenciamento Creative Commons. Os conteúdos podem ser baixados e compartilhados desde que atribuam o crédito sem alterá-los de nenhuma forma ou utilizá-los para fins comerciais.