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Grupo deu entrada ontem (16) com uma queixa penal contra a empresa na Justiça Alemã
Atingidos pelo rompimento da barragem de rejeitos da Vale em Brumadinho fizeram, na manhã desta quinta-feira (17), um protesto em frente à sede da empresa Tüv Süd, na Alemanha. A Tüv Süd certificou a segurança da barragem de rejeitos poucos meses antes do rompimento, que vitimou 270 pessoas. Dois bebês em gestação também foram mortos.
Fotos das vítimas foram espalhadas em frente à sede da empresa, junto a pessoas cobertas de lama. Na placa, em alemão, os dizeres: “Contra os lucros inescrupulosos”.
Fizeram parte do protesto as familiares Marcela Rodrigues, filha de Denilson Rodrigues, trabalhador da Vale morto na tragédia, e Amanda Andrade, irmã de Natália Andrade, trabalhadora da Vale morta na tragédia. Elas discursaram em frente à Tüv Súd, mencionando o tempo decorrido desde o desastre:
“Nove meses, como uma gestação, como um bebê que vai nascer. E aqui agora está nascendo uma guerra, uma luta. Eu quero respostas. Desce alguém aqui e vem falar comigo!”, clamou Marcela às portas da Tüv Süd. A empresa se recusou a conversar com as atingidas e manifestantes do lado de fora, e impôs, como condição, que uma comitiva entrasse e que a conversa ocorresse longe das câmeras.
No encontro com representantes da Tüv Süd, Amanda foi enfática ao frisar a corresponsabilidade da empresa pelo crime ocorrido em Brumadinho. “Até hoje, passados 9 meses, eles não se dignaram a fazer contato com as famílias, nem ao menos emitir uma nota de solidariedade com pedido de desculpas às famílias das vítimas”, declarou. Como resposta, a comitiva e as atingidas tiveram apenas falas frias e evasivas, pontuando que seria muito cedo para se apontar responsáveis pelo rompimento da barragem.
O grupo também trabalha para a mudança da lei alemã. Uma coalizão de mais de 70 organizações e sindicatos propôs ao Parlamento Alemão e à chanceler Angela Merkel a adoção da “Lei da Cadeia Logística”, que pretende responsabilizar empresas que atuam ao longo da cadeia de produção pelas violações de direitos humanos que ocorrem na ponta.
Atingidos de Brumadinho ingressam na Justiça Alemã
Nesta quarta-feira (16), atingidos de Brumadinho ingressaram com uma queixa criminal na Alemanha contra a empresa Tüv Süd, que atestou a segurança da barragem de rejeitos mesmo diante de robustas evidências em contrário. A ação das famílias ocorre em conjunto com a Articulação Internacional dos Atingidos e Atingidos pela Vale, com a Associação Comunitária da Jangada, em coalizão com o European Centre for Constitutional and Human Rights (ECCHR) e a MISEREOR.
A queixa apresentada na Alemanha aponta os crimes de homicídio, corrupção, inundação, negligência e violação de deveres de supervisão. “O processo na Alemanha de forma alguma altera a responsabilidade da mineradora brasileira Vale S.A. pela falha da barragem. A TÜV Süd é co-responsável pelas mortes e danos ambientais. Este caso mostra que o sistema de certificação falha em garantir a segurança. E mais que qualquer outra coisa: oculta a responsabilidade”, declarou Claudia Müller-Hoff, advogada do ECCHR, que trabalhou na queixa contra a TÜV Süd, e também na queixa criminal contra um dos principais funcionários da empresa.
Titulo original: Brasile: vittime dei crolli di dighe minerarie in questi giorni in Europa per denunciare attività e inadempienze della Vale
In ricordo delle vittime del crollo della diga di Vale a Brumadinho
Nel tentativo di esercitare pressioni sull’impresa mineraria Vale SA e arrivare a leggi che prevengano ulteriori tragedie come Brumadinho o Mariana, le vittime dei crolli di dighe minerarie, avvocati e attivisti sta viaggiando attraverso l’Europa per denunciare la Società, chiedere risposte ai Governi e alle società europee e per avvertire dell’attuale situazione di impunità rispetto alle centinaia di vittime causate dalle tragedie minerarie. Il gruppo, già a partire da questo fine settimane, ha iniziato a incontrare investitori, politici e rappresentanti di organizzazioni internazionali in sette Paesi diversi. L’agenda comprende incontri con relatori speciali delle Nazioni Unite, audizioni con membri del Parlamento europeo e del Parlamento tedesco, rappresentanti dell’Organizzazione per la cooperazione e lo sviluppo economico (Ocse), investitori di Vale e società minerarie in Brasile, nonché dibattiti pubblici e pubblici dimostrazioni.
Il gruppo sarà rappresentato da Carolina de Moura Campos, coordinatrice generale della locale associazione di Brumadinho, da Marcela Rodrigues, membro della famiglia di una vittima della recente tragedia della diga di Vale a Brumadinho, Danilo Chammas e Antonia Flávia da Silva Nascimento, colpiti nel Maranhão dall’industria siderurgica e ferroviaria di Vale. Spagna, Svizzera, Germania, Paesi Bassi, Francia, Italia e Belgio sono i Paesi attraverso i quali sta passando questo tour di denuncia e informazione.
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