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Parauapebas: riqueza e destruição caminham lado a lado

Parauapebas: riqueza e destruição caminham lado a lado

Uma análise mais profunda revela que tanto a riqueza quanto a destruição caminham lado a lado numa das cidades mais ricas do País. Mas, porque isso aconteceu? E qual a saída para essa crise que se revela de forma mais cruel nas periferias que cercam o castelo de...

Indígenas da etnia Gavião ocupam a Estrada de Ferro Carajás

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Seis etnias ligadas ao povo indígena Gavião, da Terra Indígena Mãe Maria, localizada a cerca de 40 km de Marabá, município de Bom Jesus do Tocantins, BR- 222, ocuparam na quarta-feira, (25), a EFC (Estrada de Ferro Carajás). Eles reivindicavam renovação do Termo de...

Nota pública em defesa da comunidade do Cajueiro

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A DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO MARANHÃO, através de seus Núcleos de Direitos Humanos e de Moradia e Defesa Fundiária, a DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO, pelo Defensor Regional de Direitos Humanos no Maranhão, e a ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASILSECCIONAL MARANHÃO, por sua...

Os interesses da Vale no sudeste paraense

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quarta-feira, 28 de julho de 2010 Elevada taxa de violência contra camponeses, desmatamento, trabalho escravo e infantil, prostituição, concentração de terra e renda estão entre os elementos que resultaram do processo internalização do capital no sul e sudeste do...

Relatório Piquiá foi à luta

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Esta publicação foi produzida de acordo com a metodologia do Estudo de Impactos em Direitos Humanos, envolvendo diretamente a comunidade de Piquiá de Baixo no reconhecimento, na avaliação e na denúncia das violações de direitos que sofrem. O relatório Piquiá foi à...

A quem convém a mineração?

A quem convém a mineração?

Desmatamento, pobreza, desemprego, violência, exploração sexual, desrespeito aos modos de vida e à legislação ambiental. Esses são alguns dos problemas mencionados por centenas de moradores que vivem às margens da Estrada de Ferro Carajás (EFC), nos estados do Pará e...

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Reconhecida com o Prêmio Gwynne Skinner de Direitos Humanos em 2025 e com o Prêmio Direitos Humanos e Empresas em 2018, a Justiça nos Trilhos (JnT) atua, desde 2007, no fortalecimento de comunidades do Corredor Carajás, denunciando violações dos direitos humanos e da natureza.

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