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WYRA’U HAW – A Festa da Menina Moça

O Curta foi produzido pelo coletivo de comunicação popular Pinga Pinga com assessoria da rede Justiça nos Trilhos.O vídeo é um registro do ritual do povo Guajajara, da aldeia Piçarra Preta, da T.I Rio Pindaré, do município de Bom Jardim (MA). A Festa da...

Reintegração de posse do Cajueiro [2]

Vídeo feito pela Proteção Amazônia usando como fonte a Agência Tambor e a Comissão Pastoral da Terra. O vídeo mostra a ação da polícia durante a execução da ação de reintegração de posse na comunidade do Cajueiro, em São Luís/MA. ...

Vigilância Popular em Saúde

terça-feira, 17 de outubro de 2017 Conheça a realidade enfrentada pelas comunidades de Piquiá de Baixo (MA) e Santa Cruz (RJ), e o trabalho de Vigilância Popular realizado por grupos de jovens dessas comunidade. https://youtu.be/RcE528MOJ1g

Publicações recentes

A Amazônia julga: Tribunal Popular desafia silêncio da COP 30 e expõe crimes socioambientais

Enquanto a COP 30 projeta o Brasil no centro das negociações climáticas globais, Belém testemunha um segundo palco de debate, menos protocolar, mais urgente e profundamente enraizado no território. Durante a Cúpula dos Povos, o Tribunal Popular em Defesa da Amazônia realizou uma sessão que expôs a face invisível da crise climática: as violações sofridas por comunidades tradicionais onde grandes projetos de mineração avançam com velocidade e quase nenhuma fiscalização.

Justiça nos Trilhos (JnT) se une à FIDH nos debates sobre transição energética justa e direitos humanos na COP 30

As negociações sobre a chamada “transição energética justa” ganharam protagonismo na COP 30, realizada em Belém, nesta terça (11). O lançamento do novo relatório da Federação Internacional de Direitos Humanos (FIDH) reacendeu o debate sobre o papel das comunidades tradicionais e defensores ambientais diante das contradições entre os discursos de sustentabilidade e as práticas que seguem reproduzindo violações. A coordenadora política da Justiça nos Trilhos (JnT), Larissa Santos, participou da mesa de debates ao lado de Lúcia Ortiz, consultora em advocacy climática e comunicação da FIDH, e Hugo Gabbero, diretor do Programa de Proteção para Pessoas Defensoras de Direitos Humanos da FIDH, reforçando que a justiça climática não será possível enquanto as vozes dos povos diretamente impactados continuarem sendo marginalizadas nos espaços de decisão.

Reconhecida com o Prêmio Gwynne Skinner de Direitos Humanos em 2025 e com o Prêmio Direitos Humanos e Empresas em 2018, a Justiça nos Trilhos (JnT) atua, desde 2007, no fortalecimento de comunidades do Corredor Carajás, denunciando violações dos direitos humanos e da natureza.

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