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Documentário Não Vale a Pena

O documentário “Não Vale a Pena” representa um esforço coletivo com vistas à denúncia das violações de direitos pela mineração, a partir das perdas e sofrimentos causados pela destruição das águas, como também um manifesto de indignação frente às seguidas tragédias,...

Oficina de música populares – Formação Política

A Formação Política é realizada pela rede Justiça nos Trilhos em parceria com o GEDMMA/UFMA, de São Luís. A formação reuni comunidades impactadas pelo corredor de Carajás e promove trocas de experiências entre elas, fortalecendo laços e contribuindo com formação...

População sofre com impactos causados pela EFC no MA

Por Sidney Pereira Fonte da matéria: TV Mirante Implementado há pouco mais de quatro décadas no Brasil, o projeto “Grande Carajás” prometia o desenvolvimento dos estados do Pará, Tocantins e também do Maranhão. No entanto, no território maranhense o que era para ser...

Publicações recentes

A Amazônia julga: Tribunal Popular desafia silêncio da COP 30 e expõe crimes socioambientais

Enquanto a COP 30 projeta o Brasil no centro das negociações climáticas globais, Belém testemunha um segundo palco de debate, menos protocolar, mais urgente e profundamente enraizado no território. Durante a Cúpula dos Povos, o Tribunal Popular em Defesa da Amazônia realizou uma sessão que expôs a face invisível da crise climática: as violações sofridas por comunidades tradicionais onde grandes projetos de mineração avançam com velocidade e quase nenhuma fiscalização.

Justiça nos Trilhos (JnT) se une à FIDH nos debates sobre transição energética justa e direitos humanos na COP 30

As negociações sobre a chamada “transição energética justa” ganharam protagonismo na COP 30, realizada em Belém, nesta terça (11). O lançamento do novo relatório da Federação Internacional de Direitos Humanos (FIDH) reacendeu o debate sobre o papel das comunidades tradicionais e defensores ambientais diante das contradições entre os discursos de sustentabilidade e as práticas que seguem reproduzindo violações. A coordenadora política da Justiça nos Trilhos (JnT), Larissa Santos, participou da mesa de debates ao lado de Lúcia Ortiz, consultora em advocacy climática e comunicação da FIDH, e Hugo Gabbero, diretor do Programa de Proteção para Pessoas Defensoras de Direitos Humanos da FIDH, reforçando que a justiça climática não será possível enquanto as vozes dos povos diretamente impactados continuarem sendo marginalizadas nos espaços de decisão.

Reconhecida com o Prêmio Gwynne Skinner de Direitos Humanos em 2025 e com o Prêmio Direitos Humanos e Empresas em 2018, a Justiça nos Trilhos (JnT) atua, desde 2007, no fortalecimento de comunidades do Corredor Carajás, denunciando violações dos direitos humanos e da natureza.

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