Notícias Urgentes |
Desenvolvimento da Amazônia ou lucro para empresas?
‘Gigantes nacionais e transnacionais’ que exploram recursos minerais amazônicos cobiçados mundialmente têm um prêmio a mais para ampliar seus lucros e sua exploração: os incentivos fiscais concedidos pela Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia – SUDAM....
Duas siderúrgicas de Açailândia estão na nova lista suja do trabalho escravo
Página inicial > Notícias > Duas siderúrgicas de Açailândia estão na nova lista suja do (...) As siderúrgicas Viena S/A e Ferro Gusa do Maranhão Ltda (Fergumar), que operam no município de Açailândia (MA), estão na nova “lista suja” do trabalho escravo produzida...
Pelo grito das famílias que sofrem as consequências das atividades mineiras
Página inicial > Destaque > Pelo grito das famílias que sofrem as consequências das (...) Um convite a «fazer ressoar o grito das numerosas famílias que sofrem por causa das consequências das actividades mineiras» foi dirigido pelo Papa Francisco aos...
A situação de Piquiá de Baixo foi denunciada na Comissão Interamericana de Direitos Humanos – CIDH da Organização dos Estados Americanos – OEA, em Washington, nos EUA
Uma entrevista com o padre Dário Bossi sobre os deslocamentos forçados e a ausência do Estado brasileiro em Açailândia (MA) A situação da comunidade de Piquiá de Baixo, que vive no bairro industrial da cidade de Açailândia, no Maranhão, denunciada...
Documentos da história da Companhia Vale do Rio Doce foram destruídos
Os principais documentos da história da antiga Companhia Vale do Rio Doce, de 1942, quando a estatal foi fundada, até outubro do ano passado, foram destruídos. O enorme material pegou fogo num galpão em Contagem, na área metropolitana de Belo Horizonte. O galpão era...
Seminário Carajás 30 anos – São Luís – MA
Página inicial > Audiovisual > Galeria de Fotos > Seminário Carajás 30 anos - São Luís - MA terça-feira 13 de maio de 2014
Quilombolas ocupam EFC há dois dias e iniciam greve de fome
Desde a última terça-feira (23), trabalhadores rurais de mais 35 comunidades quilombolas do Maranhão ocupam a Estrada de Ferro Carajás (EFC). A manifestação acontece no município de Itapecuru-MA, quilômetro 81 e cobra por medidas do governo federal para titulação dos...
Outras opiniões
Por que os quilombolas resistem à Vale? segunda-feira 7 de abril de 2014 Por Sislene Costa Desde que a empresa Vale recebeu a licença de instalação do IBAMA, em novembro de 2012, para iniciar a duplicação da ferrovia Carajás em Pará e Maranhão, e entrou nos...
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Publicações recentes
Revista Caros Amigos denuncia “mãos sujas” da Vale
quinta-feira, 27 de Maio de 2010 Por trás da imagem verde e amarela que vende na televisão, a...
Coletivos latino-americanos juntam forças frente aos grandes projetos
Fonte: PACS Texto: Comunicação Pacs Fotos: Bárbara Pelacani e Wanessa de Andrade Em três dias de...
Moradores protestam pela demora no processo de reassentamento
Um bairro inteiro da cidade de Açailândia (MA) vive de maneira degradante há três décadas por...
[Livro] Diferentes Formas de Dizer Não – Experiências Internacionais de resistência, restrição e proteção no extrativismo mineral
Publicação lançada pela FASE, em parceria com o Núcleo de Estudos e Pesquisas Socioambientais (NESSA/UFF) e com o Grupo de Pesquisa Política, Economia, Mineração, Ambiente e Sociedade (PoEMAS/UFJF) retrata impactos da extração de recursos minerais em distintos países: Argentina, Peru, Costa Rica, Estados Unidos, Filipinas e Equador.
[Estudo] Mineração em Terras Indígenas na Amazônia Brasileira 2013
O ISA – Instituto Socioambiental vem monitorando a incidência dos interesses sobre as Terras...
[Evento] Poesia, memória e resistência: olhares sobre os impactos diferenciados dos grandes projetos sobre a vida das mulheres
Entre os dias 31 de agosto e 02 de setembro de 2017 ocorreu em Imperatriz (MA), o primeiro encontro de mulheres impactadas por grandes empreendimentos. “Poesia, memória e resistência: olhares sobre os impactos diferenciados dos grandes projetos sobre a vida das mulheres”.
Reconhecida com o Prêmio Gwynne Skinner de Direitos Humanos em 2025 e com o Prêmio Direitos Humanos e Empresas em 2018, a Justiça nos Trilhos (JnT) atua, desde 2007, no fortalecimento de comunidades do Corredor Carajás, denunciando violações dos direitos humanos e da natureza.
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