ACMP lança carta convite a empresas para instalação de sistema de água do novo bairro

19/12/2018

A Associação Comunitária dos Moradores de Piquiá de Baixo (ACMP) lançou na última sexta-feira (14) uma carta convite de cotação simples de preços para seleção e contratação de…

Igreja promove encontro de comunidades atingidas por mineração em Açailândia

06/11/2018

No dia 09 de novembro terá início o grande encontro de Comunidades Atingidas por Mineração em diálogo com a Igreja no Norte e Nordeste. O evento ocorrerá no…

Empresa Pelicano é multada por crime ambiental no MA

30/08/2018

Empresa Pelicano usou um terreno alugado em Alto Alegre do Pindaré para enterrar lixo e material tóxico como filtros de óleo de combustível, considerado nocivo ao ser humano.

“Violações a vida e ao meio ambiente é resultado de falha na estrutura de fiscalização”

07/11/2018

Fonte: MAM Comunidade Aurizona no interior do Maranhão vive momento de terror após deslocamento de pilhas de estéril causado por explosão de dinamite na mina de ouro da mineradora Canadense Equinox Gold no último domingo, 4 de novembro.   “É…

Nota de repúdio sobre os procedimentos da audiência pública 009/2018 da ANTT

09/10/2018

Nota de repúdio sobre os procedimentos adotados para a realização da audiência pública 009/2018 que trata da prorrogação antecipada do prazo de vigência contratual da concessionária Estrada de…

Lei que autoriza prorrogação de concessões ferroviárias é inconstitucional, afirma PGR

14/08/2018

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, propôs, nesta segunda-feira (13), ação direta de inconstitucionalidade contra a Lei 13.334/2016, que estabelece diretrizes gerais para a porrogração

  • Coletivo Pinga Pinga: uma vivência em Piquiá de Baixo

    É com muita alegria que apresentamos a todas e a todos uma exposição fotográfica sobre a comunidade de Piquiá de Baixo, no município de Açailândia (MA). As fotografias foram feitas com telefone celular.

    Esse material foi feito por nós do Coletivo Pinga Pinga em parceria com a equipe de comunicação da Justiça nos Trilhos, que possibilitou uma formação sobre comunicação para jovens de comunidades do Corredor de Carajás.

    A oficina é de grande utilidade para nós jovens das comunidades e territórios que compõem o COLETIVO PINGA PINGA!!!

    Fotos: Dani Gomez, Genilson Guajajara, Jordania Silva e Ninguém

    OUSAR LUTA!CONSTRUIR UMA COMUNICAÇÃO POPULAR!?️

     

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  • Hydro polui Rio Murucupi e tira direitos dos moradores de Barcarena/PA

    “É injusto que eles fiquem com os lucros e nós fiquemos com o prejuízo”

    Vídeo documentário sobre Gibrié de São Lourenço (Barcarena/PA), uma das comunidades localizadas às margens do Rio Murucupi, afetadas pelos vazamentos das barragens de rejeito da empresa Hydro Alunorte, em fevereiro de 2018. O documentário, que é uma produção do Grupo Mídias Alternativas na Amazônia (UFPA) em parceria com a Fase Amazônia e a Justiça nos Trilhos, traz denúncias e relatos dos moradores dessa comunidade quilombola que tem seus direitos retirados pela ganância da exploração mineral. A falta de responsabilidade das empresas e a omissão dos governos municipal, estadual e federal aumentam os transtornos e indignação dos moradores de Barcarena, principalmente porque os rios e igarapés são fonte de vida para eles.

  • Piquiá de Baixo assina contrato para liberação de financiamento do projeto de reassentamento da comunidade

    Matéria da Justiça nos Trilhos veiculada no Jornal Amazônia é Notícia, da Rede de Notícias da Amazônia, no dia 18 de setembro de 2018. Trata sobre mais um importante passo dado para o projeto de reassentamento da comunidade de Piquiá de Baixo: a assinatura junto à Caixa Federal Econômica do contrato que libera recursos para a construção do novo bairro.


  • Na Justiça: Instrumentos de litígio e defesa de comunidades afetadas pela mineração

      O aumento de violações estatais e privadas (ou ainda público- -privadas) de direitos humanos em territórios ocupados por grandes projetos extrativos na América Latina vem intensificando,por um lado, os questionamentos sobre o modelo desenvolvimentista – e sobre o próprio conceito de desenvolvimento – adotado por grande parte dos governos da região. Por outro, também têm se fortalecido os intercâmbios de populações afetadas sobre instrumentos e métodos de defesa e resistência.

    E é neste âmbito que ocorre o debate sobre a eficácia de estratégias jurídico-judiciais na luta contra violações e/ou por direitos em situações de grave conflito. Ou seja, em conjunturas onde o Judiciário nem sempre atua de maneira imparcial nos contenciosos entre poder econômico e comunidades violadas, há sentido em apelar ao sistema judicial?

Piquiá de Baixo