Reassentamento

Brasília: Piquiá de Baixo assina contrato do projeto de reassentamento no Palácio do Planalto

segunda-feira, 9 de maio de 2016
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A comunidade esteve presente em cerimônia de assinatura de contrato com a presidenta Dilma Rousseff e marcou sua reivindicação por reassentamento

materia.jpgNa manhã desta sexta-feira (06), duas representantes da Associação de Moradores de Piquiá de Baixo (Açailândia – MA) assinaram contrato do projeto de reassentamento, em cerimônia do Programa Minha Casa Minha Vida Entidades, que ocorreu no Palácio do Planalto, Brasília.

A ida da comunidade à cerimônia marca a sua reivindicação urgente por reassentamento e insiste para que esse direito, garantido após anos de luta, seja assegurado por inteiro e sem demora. O projeto de reassentamento de Piquiá de Baixo foi o único do Maranhão a ser escolhido pelo Ministério das Cidades, no final de 2015.

Para Francisca Sousa Silva, a dona Tida, que foi à Brasília representar Piquiá, a ocasião marca o empenho da comunidade. “Hoje é um dia de grande importância, depois de uma luta de oito anos a gente tá assinando um contrato juntamente com a presidente”.
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A outra representante da comunidade, Joselma Alves de Oliveira avalia esse momento de vitória como um êxito da sociedade civil organizada. “Ela [sociedade civil organizada] pode chegar muito longe, chegar a realizar o que consideravam só um sonho. A assinatura desse contrato vem para reforçar que se a gente acredita e luta, a gente conquista”.

Na última sexta-feira (29 de abril), a Associação de Moradores de Piquiá de Baixo deu mais um passo no processo de reassentamento com a assinatura junto a Caixa Econômica Federal do projeto urbanístico-habitacional da comunidade.

Sobre o Programa

O Programa Minha Casa Minha Vida Entidades foi criado em 2009, a partir de sugestões apresentadas por movimentos sociais, na Conferência Nacional das Cidades. Visa atende famílias organizadas por meio de cooperativas habitacionais, associações e demais entidades privadas sem fins lucrativos para a construção de casas populares.

Por Idayane Ferreira

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