Livro

Lançado o segundo volume da série Arenas Amazônicas

29/05/2018

Fonte: Furo A  série Arenas Amazônicas é um projeto em três volumes que trata de várias formas de resistências das populações da Amazônia Há mais de dez anos…

Crime ambiental

Investigação descobre madeira nativa em pátio da Vale

07/05/2018

Fonte: O Globo Por Patrik Camporez Peças estavam descritas como eucalipto em notas fiscais; material estava preparado para uso em trilhos ferroviários BRASÍLIA – Uma investigação do Ibama…

Acionistas Críticas/os

O que a Vale esconde de seus acionistas?

13/04/2018

  Articulação Internacional de Atingidas/os participou de assembleia da companhia  – Principais empreendimentos da mineradora estão sob riscos por causa de processos judiciais O movimento da mineradora Vale…

Mineração

Projeto Carajás desestrutura comunidades e territórios indígenas

22/05/2018

Fonte: Brasil de Fato Por Lilian Campelo Edição: Guilherme Henrique   A exploração minerária causa destruição brutal e promove criminalização de lutas populares   Ouça a matéria: Quando…

Educação do Campo

Seminário debate Pedagogia da Alternância

16/04/2018

O seminário foi realizado no município de Imperatriz (MA). Quais são as políticas públicas voltadas para a Educação do Campo existentes no Maranhão? Como as Casas Familiares Rurais…

Descarrilamento

Trem da mineradora Vale descarrila em estrada de ferro no Pará

10/04/2018

Fonte: Jornal Folha do Progresso Abaixo dos vagões várias peças que ficaram amontoadas na EFC. Causas do acidente ainda não foram descobertas – Vinte e seis vagões do trem…

  • Coletivo Pinga Pinga: uma vivência em Piquiá de Baixo

    É com muita alegria que apresentamos a todas e a todos uma exposição fotográfica sobre a comunidade de Piquiá de Baixo, no município de Açailândia (MA). As fotografias foram feitas com telefone celular.

    Esse material foi feito por nós do Coletivo Pinga Pinga em parceria com a equipe de comunicação da Justiça nos Trilhos, que possibilitou uma formação sobre comunicação para jovens de comunidades do Corredor de Carajás.

    A oficina é de grande utilidade para nós jovens das comunidades e territórios que compõem o COLETIVO PINGA PINGA!!!

    Fotos: Dani Gomez, Genilson Guajajara, Jordania Silva e Ninguém

    OUSAR LUTA!CONSTRUIR UMA COMUNICAÇÃO POPULAR!?️

     

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  • Hydro polui Rio Murucupi e tira direitos dos moradores de Barcarena/PA

    “É injusto que eles fiquem com os lucros e nós fiquemos com o prejuízo”

    Vídeo documentário sobre Gibrié de São Lourenço (Barcarena/PA), uma das comunidades localizadas às margens do Rio Murucupi, afetadas pelos vazamentos das barragens de rejeito da empresa Hydro Alunorte, em fevereiro de 2018. O documentário, que é uma produção do Grupo Mídias Alternativas na Amazônia (UFPA) em parceria com a Fase Amazônia e a Justiça nos Trilhos, traz denúncias e relatos dos moradores dessa comunidade quilombola que tem seus direitos retirados pela ganância da exploração mineral. A falta de responsabilidade das empresas e a omissão dos governos municipal, estadual e federal aumentam os transtornos e indignação dos moradores de Barcarena, principalmente porque os rios e igarapés são fonte de vida para eles.

  • Programa Auzilândia no Rádio

    Auzilândia no Rádio é um programete produzido por moradores de Auzilândia, comunidade localizada no município de Alto Alegre do Pindaré (MA). É resultado de uma atividade da Justiça nos Trilhos chamada “Semana de experiência em comunicação”, que tem como público alvo os comunicadores populares existentes ao longo da Estrada de Ferro Carajás. Nesta edição, o tema do programa é o histórico da comunidade. Comunicação é resistência.

     

    Ficha técnica do Programa Auzilândia no Rádio

    Assessoria: Mikaell Carvalho e Idayane Ferreira

    Produção: Idayane Ferreira e Arisson Silva

    Apresentação e edição: Arisson Silva (“DJ Arisson”)

    Voz da vinheta de abertura/vinheta de finalização/Quadro “Você Sabia?”: Oziel Vieira, “DJ Ozzy”

    Voz texto de abertura: Idayane Ferreira

    Vozes da vinheta do “Você Sabia?”: Genildo Salles e Idayane Ferreira

  • Desastre na Bacia do Rio Doce: Desafios para a universidade e para instituições estatais

     

    Acompanhar, compreender e buscar reparação para o desastre causado pelo crime socioambiental da mineradora Samarco, no Rio Doce, em Mariana/MG, foram tarefas que diversos atores se propuseram a empreender, buscando aspectos do desastre levando-se em conta a perspectiva das comunidades atingidas ao longo de dois anos de desastre. O objetivo central desta obra, organizada por Cristiana Losekann (UFES) e Claudia Mayorga ​(UFMG),  é apresentar ao público geral e aos próprios atingidos um balanço acerca das reivindicações e processos institucionais em curso, além de provocar reflexões e autorreflexões sobre a atuação da universidade, da ciência e de instituições de justiça.

    As autoras e os autores da obra têm em comum uma atuação enraizada nas comunidades atingidas durante todos esses anos de desastre, o que permitiu consolidar as diferentes experiências de pesquisas como uma reflexão do ocorrido a partir de questões ligadas aos problemas de gênero, do trabalho e dos efeitos das próprias atividades científicas no cotidiano das comunidades afetadas.

    O livro é uma iniciativa do Organon – Núcleo de estudo, pesquisa e extensão em mobilizações sociais (UFES) e do Observatório Interinstitucional Mariana Rio Doce (UFMG-UFES-UFOP). Conta também com os relatos e análises de duas instituições de Estado ativas nesse caso, a Defensoria Pública do Espírito Santo (DPES) e o Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG), ambas apresentando aspectos centrais de suas atuações nesses dois anos desde o rompimento da barragem de Fundão, em Minas Gerais.

Piquiá de Baixo